Modelação computacional de processos de aquecimento por indução – Parte 2

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Dr. Valery Rudnev, FASM – Inductoheat Inc., Madison Heights, Michigan.

A Parte 1 deste artigo abordou os aspetos críticos da modelação computacional dos processos de aquecimento por indução. Foram abordados equívocos comuns, bem como esclarecimentos sobre a utilização da análise de elementos finitos e as razões pelas quais alguns softwares de modelação comerciais apresentam limitações. Esta última parte continua a fornecer dicas sobre a modelação computacional do aquecimento por indução.

Numa economia global em rápida evolução, a capacidade dos fabricantes de sistemas de aquecimento por indução de minimizar o tempo entre o pedido de orçamento por parte de um cliente e a elaboração de um orçamento com base numa modelação computacional eficiente é fundamental para o sucesso de uma empresa. Um ambiente industrial competitivo não permite o luxo de esperar vários dias para obter os resultados da modelação computacional. Pelo contrário, são necessários resultados de modelação fiáveis no prazo de poucas horas.